2022 começou e trouxe com ele uma enorme preocupação de norte a sul do País.

Quando, finalmente, pensávamos que teríamos uma trégua, dois inimigos já estavam à espreita: a nova variante do coronavírus, Ômicron, e a Influenzavírus A – H3N2. Dois vírus altamente transmissíveis coexistindo em nossa sociedade.

Resultado? Uma avalanche de infecções pelo covid-19 e casos de coinfecção pela Ômicron e a gripe H3N2.

Eu tenho acompanhado de perto os boletins epidemiológicos e posso dizer que é preocupante a situação em que nos encontramos, mais uma vez.

Para se ter uma ideia, algumas unidades de pronto atendimento já trabalham em sua capacidade máxima. E, a média móvel de casos por covid-19 teve uma variação de 241% em comparação aos últimos 14 dias. Só nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 90.509 novos casos de infecção por coronavírus.

Parece até um déjà vu, não? E, infelizmente, os números não param por aí…

No Rio de Janeiro, a cada 100 testes realizados na cidade, 43 dão positivos. Já em São Paulo, uma estimativa da prefeitura aponta que o número de casos de síndrome gripal com confirmação laboratorial para covid-19 pode ser o dobro do registrado no pico da pandemia, em abril de 2021, um recorde até então.

Isso só evidenciou que não podemos baixar a guarda um minuto sequer. Não é hora de deixarmos as medidas preventivas contra o vírus de lado.

E nós que atuamos na missão de salvar vidas, nessas horas, não ficamos de braços cruzados esperando o pior. A nossa mente trabalha o tempo todo em busca de soluções e inovações.

Aqui na Medilar, após reuniões com Unimeds parceiras, agimos rápido para trazer duas ações emergenciais para desafogar os prontos atendimentos das cooperativas:

  • Reativação da Central de Atendimento de Síndromes Gripais 24h com orientações médicas via telefone
  • Disponibilização da nova plataforma de teleconsulta Medlive com atendimento médico por meio de videochamada – com cooperados do corpo clínico da Unimed ou da Medilar.

Precisamos unir esforços para lidar com a avalanche de atendimentos que nos atinge.

Um levantamento da Saúde Digital Brasil, associação que representa empresas de telemedicina, mostrou que do começo de dezembro até o Natal, eram registrados 7 mil atendimentos por dia, em média, para casos de síndrome gripal e Covid-19.

Entre o Natal e o Réveillon, esse número mais do que dobrou e foi para 15 mil atendimentos. Em 2022, o número saltou para 40 mil por dia.

Carlos Pedrotti, vice-presidente da Saúde Digital Brasil, em uma entrevista para o G1, demonstrou que a demanda por serviço de telemedicina hoje é superior ao do pico da pandemia, em março de 2021.

Digo mais, a telemedicina será a nossa grande aliada para desafogar as unidades de saúde e ajudar a frear a velocidade da contaminação das síndromes gripais.

A caminhada vai ser longa e não vai ser das mais fáceis, mas a Medilar estará junto da sua Unimed para apoiar as ações emergenciais e facilitar a vida do seu beneficiário.

Por isso, faço-lhe um convite: clique aqui e saiba como podemos te ajudar no enfretamento das Síndromes Gripais.

E, não esqueça: cuide-se, vacine-se!

Um forte abraço,

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