“História é a ciência que estuda as ações da humanidade através do tempo. Ela investiga o que as pessoas fizeram, pensaram e sentiram enquanto seres sociais.” – Marc Block – Historiador

Uma empresa é feita de pessoas. E, pessoas são feitas de histórias.

Com 23 anos de atuação, a Medilar é um exemplo de como as histórias são parte importante da composição e da essência de uma empresa.

Já imaginou a quantidade de histórias que temos para contar? Muitas.

Renascimentos, perdas, superações, nascimentos, cujos desfechos, muitas vezes, estão em nossas mãos.

Dependem de nossa agilidade, conhecimento, sensibilidade e empatia.

Entre tantas boas histórias de nossos clientes e pacientes, a Medilar foi solidificando o seu caminho. “Ao longo desses 23 anos, construímos uma empresa modelo, que tem uma operação que hoje atende quase 3 milhões de vidas, gerando dezenas de milhares de atendimentos. Dentro de todo nosso universo temos mínimas reclamações, o que mostra a qualidade e a eficiência de toda a operação”, comenta o diretor presidente da Medilar, Dr. Marcelo Mattar.

Nossa missão é salvar vidas. Torcemos sempre para que as histórias que cruzam o nosso caminho todos os dias tenham um final feliz, que continuem o seu curso. Afinal, não há preço que pague a sensação de vencer, conseguir trazer um novo fôlego, fazer reviver uma vida e impedir a morte. Mas, às vezes, apesar de todos os nossos esforços, dedicação e conhecimento de técnicas e procedimentos, nós perdemos. E, essa, sem dúvida, é a pior parte do nosso trabalho.

Nessas mais de duas décadas de existência, cada vida que salvamos ou, infelizmente, perdemos, marcaram e cravaram no DNA da Medilar momentos que jamais esqueceremos e que reforçam a importância de nossa missão de salvar vidas.

“O mercado hoje nos enxerga como uma Mercedes-Benz. A distância que separa a Medilar dos concorrentes é muito grande, justamente porque entregamos altíssima qualidade e muito compromisso. Esses são valores inegociáveis da empresa”.

Dr. Marcelo Mattar, Diretor Presidente da Medilar

No aniversário de 23 anos da companhia, reunimos algumas dessas histórias e elas serão contadas pelos nossos profissionais e pacientes. Confira!

7 de março de 2012

“Cheguei para assumir o plantão com o condutor socorrista Francisco e o médico Fernando. Por volta das 14h, recebi a notícia de que minha esposa – grávida de 32 semanas – não estava se sentindo bem e precisava ir até a clínica em que fazia o acompanhamento do pré-natal.

Fiquei angustiado, ansioso e com muito medo pela situação.

Alguns minutos depois, a notícia: A bolsa dela havia estourado e seu parto precisava ser realizado nas próximas horas.

Perto das 19h deixamos um paciente no destino e ligamos para a nossa central de regulação médica, para avisar o retorno à base operacional.

Mas, durante esse trajeto, recebemos a ligação da nossa coordenadora, solicitando que a equipe realizasse um atendimento de emergência e que poderia passar do nosso horário.

Pegamos o caso clínico do atendimento com a central de regulação médica. Uma criança em parada cardiorrespiratória e que no momento, o pai (médico) já havia iniciado as manobras de ressuscitação.
Assumimos o atendimento e utilizamos todos os materiais, equipamentos e medicações possíveis e ali permanecemos por horas…

Durante os procedimentos, sentia meu celular vibrando por várias vezes no meu bolso e eu só imaginava que poderia ser a melhor notícia para mim naquele dia. Mas, eu não podia parar de insistir naquela pequena que ali estava dependendo dos nossos cuidados.

Por voltas das 21h30, o médico de nossa equipe conversou com o pai e falou “já fizemos tudo o que podíamos”. E assim, com muita tristeza, constatamos o óbito da criança.

Não tinha como não se emocionar, o choro veio à tona.

Após finalizarmos o atendimento e seguir para dentro da ambulância, peguei meu celular e eu consegui ver a quantidade de ligações e mensagens que havia recebido, “Cadê você? Dê notícias, vai nascer” e por último a melhor de todas “Sua filha nasceu, linda”.

Acho que tudo nessa vida tem um propósito.

No momento que a nossa paciente estava partindo, mesmo sem sabermos o motivo, Deus estava trazendo outra vida no exato momento, a minha filha.”

Relato por: Adriano Fernandes Pacheco, enfermeiro no SOS Unimed Curitiba


À família Gans Kenski

Diariamente, muitas pessoas passam por nossas vidas. A maioria delas vão embora tão rápido quanto chegam, mas uma pequena parcela, marca a nossa história para sempre e conquista um cantinho especial em nosso coração. A família Gans Kenski foi uma delas.

Após ficarem vários dias no hospital, depois do nascimento, Davi e a Luísa, finalmente, puderam se juntar ao irmãozinho Caio.

A equipe do SOS Unimed Curitiba ficou emocionada e muito contente por realizar o transporte dos bebês, do hospital para casa, e fazer parte dessa história.

Família Gans Kenski, beneficiários da Unimed Curitiba


O renascer de uma história

“Neste dia, eu tive um quadro de morte súbita.

A equipe do SOS Unimed Sul Capixaba assumiu, junto com o Samu e reverteram o quadro e me estabilizaram para ser encaminhada ao hospital.

Agradecer a Deus tem sido uma prática diária em minha vida, mas poder encontrar hoje as pessoas e mostrar que eles foram brilhantes é uma emoção indescritível.

Estou viva, sem sequelas e pronta para meu novo ciclo de vida.”

Cintia Schiavini, beneficiária da Unimed Sul Capixaba


3 Cajazeiras

Quando saímos para um atendimento, em muitos casos, essa é a última chance do paciente.

Entramos em jogo com todos os recursos que temos e principalmente com o coração.

Mas, como dito anteriormente, nem sempre vencemos. E dói. Sempre dói.

Nunca se trata somente de um paciente. Na verdade, é o amor de alguém.

No caso da senhora Vera Lúcia Bellinazzi Furlani, atendida pela nossa equipe do Unimed Help de Campinas, era a companheira de vida, a irmã amorosa, parte das “3 Cajazeiras”.

Palavras escritas pela Vera Regina Bellinazzi, irmã da beneficiária, nos emocionou, confortou e ainda fortaleceu para continuarmos na jornada de salvar vidas e aliviar a dor.

Quero agradecê-los pelo atendimento que prestaram à minha irmã, Vera Lúcia Bellinazzi Furlani.

Ela faz parte das “3 Cajazeiras”, uma brincadeira referindo-se à antiga novela O Bem Amado. Nós somos 3 irmãs chamadas Veras, muito unidas, aqui em Campinas.

O atendimento não foi um fracasso, mas um sucesso numa visão global do que deve ser. O esforço da equipe ali naquele pequeno espaço … fazia suar.

Estava muito quente, e ela ali no chão.

Nunca vou esquecer quando um integrante olhou bem nos meus olhos e disse “meus pêsames”, e na sequência olhou para baixo. Senti compaixão, empatia, respeito e talvez um sentimento de frustração.

Vocês queriam tê-la salvo.

Não foi fracasso, tenham certeza.

Vejam, quando nós, que amamos aquela pessoa, estamos naquela situação é como se estivéssemos arrepiados, captando todos sentimentos e as nuances da comunicação.

A velocidade do passo, o tom da voz de vocês, a velocidade da fala, o cuidado para com o corpo dela que foi levado à cama, tudo isso importa. O jeito que a Dra. Carina fez a carta, com atenção e preocupação, com letra legível, escreveu em toda a folha…

Podem parecer apenas detalhes, mas jamais serão esquecidos, trazendo conforto à gente.

Ela recebeu atendimento, atenção e a delicadeza merecidas. Vocês fazem parte da história da Vera Lúcia e consequentemente de todos nós.

Um dia um amigo muito especial me escreveu uma mensagem, que guardo na parede do escritório e olho as vezes pra me ajudar a entender a vida. Ele disse:

“Por trás dos sucessos gloriosos e dos fracassos dolorosos dos médicos há algo maior. A ordem da vida será seguida. Apenas desempenhe o seu papel. Papel de quem você realmente é.”

Sintam-se todos vocês médicos de homens e de almas, que cumpriram os seus papéis com maestria.

Um grande abraço.
Vera Regina Bellinazzi


O reencontro

É uma alegria que chega a não caber no nosso coração quando vemos a vida continuar, seguir o seu curso, como a do Marcelo:

“Alegria reencontrá-los.

Bianca Ferreira e o Marcelo Canhola, do SOS Unimed Grande Florianópolis me levaram de ambulância quando estava hospitalizado no Caridade em agosto do ano passado, para fazer exame de tomografia.
Viram o meu sofrimento por estar acometido pela covid-19 e, mesmo sem me conhecer, emanaram boas energias e palavras de apoio e fé.
Impossível esquecer.

Viram-me chorar e hoje agradecer.”


Uma obra de arte

Essa obra de arte despretensiosa foi feita pela Gabi, uma garotinha de aparentemente 6 anos, que entregou esse presente ao nosso colega Dr. Gabriel e à sua equipe do SOS UNIMED.

Enquanto os profissionais avaliavam o quadro clínico de sua avó, no outro ambiente da casa, ela expressava na folha em branco o que seus olhos viam e seu coração sentia: esperança.

Esperança de um amanhã para a sua querida avó.

Essas, são apenas algumas das histórias que fizeram parte da longa trajetória de 23 anos da Medilar.

Momentos que nos fizeram chorar, sorrir, pular de alegria, agradecer e, o mais importante, que fazem valer todos os desafios que nos dispomos a realizar, dia após dia, reafirmando a nossa missão: salvar vidas e garantir muitos amanhãs.

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