Se há duas palavras que definem muito bem esses mais de 2 anos de pandemia são adaptação e inovação.

Todos nos adaptamos a novas formas de trabalho, de compra, de estudo, e até de atender pacientes. E tudo isso só foi possível com a ajuda da tecnologia. A pandemia do coronavírus, além de impulsionar os avanços tecnológicos na área da saúde, evidenciou falhas graves que existiam, e ainda existem, no sistema de saúde brasileiro. A principal delas: a falta de leitos nos hospitais.

Recentemente, eu li a respeito de um mapeamento realizado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) em janeiro/2020 – antes da pandemia. Ele mostrou que o País contava com 45.848 leitos de UTI, sendo 22.844 do Sistema Único de Saúde (SUS) e 23.004 do sistema privado.

O mapeamento também identificou que grande parte dos municípios brasileiros possui menos leitos do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): 1 a 3 leitos para cada 10 mil habitantes. A matemática aqui é clara, não havia como atender a alta demanda por leitos de UTI ocasiona pela crise sanitária da covid-19. Só que, mais uma vez, nos adaptamos.

Eu observei inúmeras operadoras de saúde buscando soluções capazes de aumentar sua capacidade de leitos. A alta hospitalar de pacientes foi uma alternativa que colaborou, mas que poderia ter sido acelerada com a utilização de outros recursos, como softwares e o telemonitoramento.

O setor de Atenção Domiciliar à Saúde foi fundamental para a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro, durante a pandemia. Só no Brasil, para se ter uma ideia, o número de pacientes em Home Care em 2020 cresceu 35%, de acordo com o Núcleo Nacional de Empresas e Serviços de Atenção Domiciliar (Nead). Mas, para que seja feita a retirada segura desse paciente do hospital, para continuar o tratamento no conforto de casa, é preciso que haja ferramentas efetivas de tratamento. E é aí que entra o telemonitoramento remoto (em tempo real) do paciente.

Com a monitorização intensiva on-time de parâmetros como pressão arterial, oximetria, temperatura, glicosimetria, ritmo cardíaco, é possível identificar precocemente qualquer instabilidade do paciente – antecipar diagnósticos e complicações na saúde – e realizar a intervenção médica mais rápida.

No final de 2019, já atento às movimentações do mercado na área da saúde, fomos em busca de um parceiro para desenvolver um software capaz de realizar o telemonitoramento remoto de pacientes. E em 2020, com a parceria da empresa norte-americana ITeT, nasceu o Medilar Monitora.

Trata-se de um software de telemonitoramento remoto, que conta também com um tablet que permite enxergar o paciente por câmera, além de diversos dispositivos médicos, e tudo isso integrado ao Call Center Médico da Medilar.

Qualquer alteração nos parâmetros clínicos do paciente, é disparado um alarme sonoro e visual para a nossa central médica, que pode intervir imediatamente. Em casos e urgência ou emergência médica, é possível solicitar ainda que uma ambulância seja encaminhada até o local – nos casos em que o SOS Unimed também estiver disponível para esse paciente – para que, em instantes, ocorra o atendimento e, se necessário, a remoção até uma unidade hospitalar.

É uma satisfação imensa poder trazer para o nosso País algo inovador, tecnológico e que deve agregar tanto valor aos esforços de preservação da saúde e bem-estar dos beneficiários Unimed. Por isso, gostaria de lhe fazer o convite para conhecer de perto essa inovação.

Clique aqui e conheça agora.

Um forte abraço,

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